Dizem por aí que, uma historia de amor é capaz de iluminar a vida de qualquer um. Dos foscos aos mais embaçados. Pois bem. É bom que todos saibam que, assim estou e assim pretendo ficar por muito e muito tempo. Iluminada e feita de historias.
Deus criou o homem porque adora historias. E criou a mulher porque adora historias de amor. Acho que Ele tem muito menos com que se preocupar com aqueles que se amam. O problema esta no ‘não amar’. Pobres coitados, foscos e embaçados!
Enfim, enfim. Eu, você e Deus!
Deixemos Ele participar disso, afinal, é tudo tão lindo, tão forte. Foi Ele quem nos proporcionou; quem nos proporcionou um ao outro. Nada mais justo não acha? Ademais, ando O agradecendo muito pelo privilégio de ter você por perto. Surgiu de uma forma tão, tão, tão especial! Abro a cortina da vida e vejo a frente um espetáculo único e imperdível. Dois, feitos um pro outro e feitos de amor. Da cabeça aos pés é isso que se vê. Graças a Deus! Meus versos voltaram! E hoje eles são pra você, claro. Versos não olham nos olhos... Versos me fazem menos tímida, mais a vontade. Menos menina e mais mulher!
Percebo você e; percebo que será você! Não há nada que eu não queira mais!
Te amo!
29 julho 2007
24 julho 2007
Noite de sábado
Noite de sábado.
Uma fogueira. Sorrisos, risos e inúmeras gargalhadas. Entre amigos – deveria ser. Mas deixe-os a sós, por favor. Foram 12 anos de uma espera que parecia infindável. Eles merecem um ao outro, merecem aquele encontro. Ninguém ousaria interrompe-los.
Quase 4 horas de conversas e sorrisos no tal primeiro encontro; sempre tão planejado!
A beleza do momento tornou-se eterna.
E então...
12 anos o fizeram tão bem! Ele cresceu, tomou responsabilidades. Incluiu nos seus planos uma vida universitária, um domingo em família, um emprego na área, dentre outras coisas que eu ainda vou descobrir. Cresceu saudável o menino, incrível! Deve ter sido criado numa redoma fora do normal, só pode. Não se cansa de mostrar pra menina boba os seus dotes. Muita coisa pra pouco tempo. Tanta riqueza! De palavras, de alegria, de gestos, de carinho, de sintonia que; a menina coitada, anda suspirando pelos cantos! Perdendo-se em versos, musicas e poesias. Fica horas a fio na janela, fitando o céu (como ela é apaixonada pelo céu!); catando as palavras que a lua – a mesma que o apresentou a ela – joga, cuidadosamente. De vez em quando, em vez de palavras a lua se confunde – ou não – e joga algumas estrelinhas. A menina adora essa confusão. As estrelas enfeitam seus versos. Talvez só mesmo elas consigam demonstrar o brilho dos olhinhos dela.
A menina insiste em ser poetinha. Quer colocar em palavras “esse sentimento”. Pobre menina! Debruçada em sua janela namora as estrelinhas. Acredita um dia ainda alcança-las, sem a ajuda da lua. Olha uma a uma com um carinho fora do comum, e então, escolhe a dedo a mais brilhante. Pede a lua pra que a envie rápido.
--- Não há tempo a perder! - ela diz a lua.
E então...
Lua, sol, primaveras, verões, outonos, invernos, anos e anos...
Ela voltou! Não mais tão menina. (alguns ainda duvidam)
Finalmente agora existe um porquê pra tudo isso. Já era hora! Um porquê muito bem dado pra correria das mudanças. Mudança de estado, de cidade, de relacionamentos.
Ela voltou! Não se sabe se o brilho nos olhos é o mesmo da infância; não se sabe se é tão espertinha como quando criança; não se sabe se ainda gosta de Barbie, desenhos animados ou musicais infantis. Pouco se sabe dela. Pouco se sabe dele. Pouco sabem um do outro; mas ah! Foi um encontro e tanto. Suficiente pra descobrirem certo sentimento; há tempos abafado, escondidinho e encabulado.
O primeiro beijo não demoraria muito. No teatro, claro! - ela é vidrada em teatro.
Que sintonia! Que harmonia! Que melodia! Aliás, falando em melodia, eles têm uma trilha sonora de dar inveja. Chico e Vinicius são sempre muito bem cotados. Posso apostar que no momento ela esta escutando Chico. Uma bela musica até. (*)
Mas então...
Ela se fez poetinha, finalmente!
E dos seus poros qualquer um podia ver uma alegria muito bem quista.
E os dias iam, e eles se percebiam, e riam. Riam de tudo, de todos. Riam deles mesmo, e da enrascada que os tais 12 anos os colocaram. Ela ainda recente de um alguém. Ele saltitante por um amor. Ela confusa. Ele tão seguro. Ela meio frágil. Ele sempre tão firme.
E se percebiam.
E se permitiam.
Como deve ser.
(*) Todo o sentimento
Preciso não dormir até se consumar o tempo da gente.
Preciso conduzir um tempo de te amar, te amando devagar e urgentemente.
Pretendo descobrir no último momento um tempo que refaz o que desfez.
Que recolhe todo sentimento.
Que bota no corpo uma outra vez.
Prometo te querer ate o amor cair doente, doente.
Prefiro então partir a tempo de poder a gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder te encontro com certeza, talvez num tempo da delicadeza.
Onde não diremos nada, nada aconteceu, apenas seguirei como encantado ao lado teu.
Uma fogueira. Sorrisos, risos e inúmeras gargalhadas. Entre amigos – deveria ser. Mas deixe-os a sós, por favor. Foram 12 anos de uma espera que parecia infindável. Eles merecem um ao outro, merecem aquele encontro. Ninguém ousaria interrompe-los.
Quase 4 horas de conversas e sorrisos no tal primeiro encontro; sempre tão planejado!
A beleza do momento tornou-se eterna.
E então...
12 anos o fizeram tão bem! Ele cresceu, tomou responsabilidades. Incluiu nos seus planos uma vida universitária, um domingo em família, um emprego na área, dentre outras coisas que eu ainda vou descobrir. Cresceu saudável o menino, incrível! Deve ter sido criado numa redoma fora do normal, só pode. Não se cansa de mostrar pra menina boba os seus dotes. Muita coisa pra pouco tempo. Tanta riqueza! De palavras, de alegria, de gestos, de carinho, de sintonia que; a menina coitada, anda suspirando pelos cantos! Perdendo-se em versos, musicas e poesias. Fica horas a fio na janela, fitando o céu (como ela é apaixonada pelo céu!); catando as palavras que a lua – a mesma que o apresentou a ela – joga, cuidadosamente. De vez em quando, em vez de palavras a lua se confunde – ou não – e joga algumas estrelinhas. A menina adora essa confusão. As estrelas enfeitam seus versos. Talvez só mesmo elas consigam demonstrar o brilho dos olhinhos dela.
A menina insiste em ser poetinha. Quer colocar em palavras “esse sentimento”. Pobre menina! Debruçada em sua janela namora as estrelinhas. Acredita um dia ainda alcança-las, sem a ajuda da lua. Olha uma a uma com um carinho fora do comum, e então, escolhe a dedo a mais brilhante. Pede a lua pra que a envie rápido.
--- Não há tempo a perder! - ela diz a lua.
E então...
Lua, sol, primaveras, verões, outonos, invernos, anos e anos...
Ela voltou! Não mais tão menina. (alguns ainda duvidam)
Finalmente agora existe um porquê pra tudo isso. Já era hora! Um porquê muito bem dado pra correria das mudanças. Mudança de estado, de cidade, de relacionamentos.
Ela voltou! Não se sabe se o brilho nos olhos é o mesmo da infância; não se sabe se é tão espertinha como quando criança; não se sabe se ainda gosta de Barbie, desenhos animados ou musicais infantis. Pouco se sabe dela. Pouco se sabe dele. Pouco sabem um do outro; mas ah! Foi um encontro e tanto. Suficiente pra descobrirem certo sentimento; há tempos abafado, escondidinho e encabulado.
O primeiro beijo não demoraria muito. No teatro, claro! - ela é vidrada em teatro.
Que sintonia! Que harmonia! Que melodia! Aliás, falando em melodia, eles têm uma trilha sonora de dar inveja. Chico e Vinicius são sempre muito bem cotados. Posso apostar que no momento ela esta escutando Chico. Uma bela musica até. (*)
Mas então...
Ela se fez poetinha, finalmente!
E dos seus poros qualquer um podia ver uma alegria muito bem quista.
E os dias iam, e eles se percebiam, e riam. Riam de tudo, de todos. Riam deles mesmo, e da enrascada que os tais 12 anos os colocaram. Ela ainda recente de um alguém. Ele saltitante por um amor. Ela confusa. Ele tão seguro. Ela meio frágil. Ele sempre tão firme.
E se percebiam.
E se permitiam.
Como deve ser.
(*) Todo o sentimento
Preciso não dormir até se consumar o tempo da gente.
Preciso conduzir um tempo de te amar, te amando devagar e urgentemente.
Pretendo descobrir no último momento um tempo que refaz o que desfez.
Que recolhe todo sentimento.
Que bota no corpo uma outra vez.
Prometo te querer ate o amor cair doente, doente.
Prefiro então partir a tempo de poder a gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder te encontro com certeza, talvez num tempo da delicadeza.
Onde não diremos nada, nada aconteceu, apenas seguirei como encantado ao lado teu.
18 julho 2007
Escute, sei exatamente como se sente! Ou esqueceu-se de que sou feita da mesma formula que você? Essa coisa de ser feita dessas 4 letrinhas da cabeça aos pés tem lá seu lado ruim, é bom que saiba. É uma entrega-entrega visceral que amedronta! Muita coisa acontece no espaço de um simples grito! Recentemente alguém – muito especial - disse que as coisas acontecem muito rápidas pra mim, e que eu deveria ficar feliz por isso! Mas não! É uma velocidade absurda com que as pessoas e situações surgem. Assusta! Ao mesmo tempo é divino! O novo é sempre instigante, sugestivo e provocativo.
15 julho 2007
Só lhe peço que me permita ficar confusa. Feliz, mas, só por hoje, confusa. Peço que entre exclamações e interrogações hoje você me deixe escolher a interrogação. Só por hoje, peço também que tenha paciência. Que me espere e que não tenha passos largos. Peço ainda que acompanhe meu ritmo, minha harmonia, meus passos e meu embalo. Peço que me ajude nesse troca-troca de interrogações e exclamações. E que no fim de tudo eu escolha a sua exclamação, tão bela, tão suave, tão firme e incomum. Aproveito para pedir também (se não for abuso) que continue a me fazer sorrir. Tenho pedido aos dias para fazê-lo sorrir – é tão lindo sorrindo!
Peço então os seus sorrisos, sua alegria, sua sinceridade, sua companhia. Sua segurança, sua exclamação, sua paciência, sua saudade, seu coração!
O filme "Escrito nas Estrelas" me inspirou.
Peço então os seus sorrisos, sua alegria, sua sinceridade, sua companhia. Sua segurança, sua exclamação, sua paciência, sua saudade, seu coração!
O filme "Escrito nas Estrelas" me inspirou.
11 julho 2007
Nesta noite vou dormir em paz, os vestígios de infelicidade de outrora já não existem mais, nada pode suplantar “esse sentimento”, que sorrateiro e devagar se apossou do meu peito, arrebatador, contudo. Antes, no que era vácuo e fotografia do que é ser só, o que era um quase morto peito, hoje, nesta noite, vislumbra a redenção, de tanto “desse sentimento” que parece vazar pelos poros. Hoje à noite, nada me contém a felicidade que trazida por “esse sentimento” veio para ficar e ficará. Planos correm a mente, mas planos não devem ser cultivados, isso pude aprender nesse piscar de olhos, a inquietude move “esse sentimento”, é movido pela incerteza, pela saudade. Sim, “esse sentimento” é contraponto. Mas ah! Posso dizer que eu estou em paz.
Thiago Moraes Zizuel
Gosto desse. Gosto dele.
Thiago Moraes Zizuel
Gosto desse. Gosto dele.
08 julho 2007
Ah saudade... sete letras que choram e reclamam!
Uma ausência ultimamente nada consentida. Se eu acreditasse em vidas passadas, bem que diria que lá nessa outra vida, a gente deve ter aprontado algo de muito ruim pra sentir tamanha dor! É saudade. É dor...diferente, mas dor. É estranho. É falta! De algo, de alguém, que já faz parte da gente. Segundo o dicionário, saudade é: “Recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes, que se deseja tornar a ver.” Parece simples, não? Não. Saudade é a sétima palavra mais difícil de ser traduzida! E dói... Aperta o peito, dá uma agonia...Sete letrinhas, enjoadinhas... Ah, S A U D A D E. A língua portuguesa bem que podia nos autorizar a dar uma embaralhada nisso aí né? D E A S U A D? D A U S A E D? S U A D E D A? Como se adiantasse...
É vontade...
Vontade de ver, de ter.
É saudade ora essa!
Saudade de um amigo que mora longe
Saudade da boneca da infância
Saudade daquela rua sem saída
Saudade da casinha da arvore que nunca saiu de promessas do seu pai
Saudade do colégio
Saudade daquela fruta que só tinha na casa da vó
Saudade da vó...
Saudade daquela amiga que te animava a qualquer hora do dia
Saudade da cidade natal
Saudades daquele amigo piadista
Saudades do banho de chuva
Saudade da praia, da cachoeira
Saudade do cheiro de mato da cidade do seu pai que você tanto fala mal
Saudade daquela cidade feia, mas foi onde você fez seus maiores amigos
Saudade dos amigos...
Saudade da gente mesmo que nem o tempo perdoa
Saudade de quem se ama.
Saudade do encontro, da pele, do cheiro, do toque, do abraço, do beijo...
Saudade de tudo que ainda nem foi feito.
É saudade!
E não me peça pra explicar muito..!
É não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos. Não saber como se acalmar durante o trabalho ou durante aquela aula fundamental da faculdade. É não saber como vencer a agonia de um dia interminável, de um silêncio sem fim. Não saber vencer a curiosidade, a ansiedade. É ficar perdida com o “tempo certo” pras coisas acontecerem, sendo que você queria tudo pra ontem, pra hoje e pro agora! É olhar toda hora pro celular a espera de algum sinal de vida. É não saber como encontrar tarefas que preencham seu tempo...
Que essa ansiedade nos convença que saudade não compensa.
Que você volte depressa...e que termine essa espera.
Saudade, sete letras que choram
Paciência, nove letras que esperam
Esperam te encontrar.
Uma ausência ultimamente nada consentida. Se eu acreditasse em vidas passadas, bem que diria que lá nessa outra vida, a gente deve ter aprontado algo de muito ruim pra sentir tamanha dor! É saudade. É dor...diferente, mas dor. É estranho. É falta! De algo, de alguém, que já faz parte da gente. Segundo o dicionário, saudade é: “Recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes, que se deseja tornar a ver.” Parece simples, não? Não. Saudade é a sétima palavra mais difícil de ser traduzida! E dói... Aperta o peito, dá uma agonia...Sete letrinhas, enjoadinhas... Ah, S A U D A D E. A língua portuguesa bem que podia nos autorizar a dar uma embaralhada nisso aí né? D E A S U A D? D A U S A E D? S U A D E D A? Como se adiantasse...
É vontade...
Vontade de ver, de ter.
É saudade ora essa!
Saudade de um amigo que mora longe
Saudade da boneca da infância
Saudade daquela rua sem saída
Saudade da casinha da arvore que nunca saiu de promessas do seu pai
Saudade do colégio
Saudade daquela fruta que só tinha na casa da vó
Saudade da vó...
Saudade daquela amiga que te animava a qualquer hora do dia
Saudade da cidade natal
Saudades daquele amigo piadista
Saudades do banho de chuva
Saudade da praia, da cachoeira
Saudade do cheiro de mato da cidade do seu pai que você tanto fala mal
Saudade daquela cidade feia, mas foi onde você fez seus maiores amigos
Saudade dos amigos...
Saudade da gente mesmo que nem o tempo perdoa
Saudade de quem se ama.
Saudade do encontro, da pele, do cheiro, do toque, do abraço, do beijo...
Saudade de tudo que ainda nem foi feito.
É saudade!
E não me peça pra explicar muito..!
É não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos. Não saber como se acalmar durante o trabalho ou durante aquela aula fundamental da faculdade. É não saber como vencer a agonia de um dia interminável, de um silêncio sem fim. Não saber vencer a curiosidade, a ansiedade. É ficar perdida com o “tempo certo” pras coisas acontecerem, sendo que você queria tudo pra ontem, pra hoje e pro agora! É olhar toda hora pro celular a espera de algum sinal de vida. É não saber como encontrar tarefas que preencham seu tempo...
Que essa ansiedade nos convença que saudade não compensa.
Que você volte depressa...e que termine essa espera.
Saudade, sete letras que choram
Paciência, nove letras que esperam
Esperam te encontrar.
06 julho 2007
Que tipo de homem é feito pra uma sonhadora?
Por favor, não me venha com esse papo de príncipe encantado e blá blá blá. Minhas experiências acreditando nessa balela toda me levaram a pegar horror por contos de fadas.
Mas enfim. Não falo de perfeição. Ontem mesmo escrevi sobre o saco que é isso de tudo ser correto e coerente. Não! Não iria ser nada interessante alguém cheio da lógica ao meu lado. Cheio de pontos finais e pontos de exclamação. Gosto da interrogação entende? Questionamentos são afrodisíacos. Além do mais, a perfeição se limita. Chega lá e pronto. Paira, estagnada. Nem pra frente, nem pra trás. Que sem graça!
Mas chega! Por hoje ta de bom tamanho. Explanar o manual também não né?
Já soltei dicas suficientes!
Como se você precisasse.
Por favor, não me venha com esse papo de príncipe encantado e blá blá blá. Minhas experiências acreditando nessa balela toda me levaram a pegar horror por contos de fadas.
Mas enfim. Não falo de perfeição. Ontem mesmo escrevi sobre o saco que é isso de tudo ser correto e coerente. Não! Não iria ser nada interessante alguém cheio da lógica ao meu lado. Cheio de pontos finais e pontos de exclamação. Gosto da interrogação entende? Questionamentos são afrodisíacos. Além do mais, a perfeição se limita. Chega lá e pronto. Paira, estagnada. Nem pra frente, nem pra trás. Que sem graça!
Mas chega! Por hoje ta de bom tamanho. Explanar o manual também não né?
Já soltei dicas suficientes!
Como se você precisasse.
Ela voltou enfim!
Começou a escrever, sem muito que dizer. Palavras não costumam pedir licença para dar o ar da graça. Tempo em tempo elas iam surgindo. Infinidades delas a ajudavam novamente demarcar seu território. Eram só mesmo pra reafirmar que sim, ela estava de volta!
Para lembrá-lo que sim, ela estava de volta!
Começou a escrever, sem muito que dizer. Palavras não costumam pedir licença para dar o ar da graça. Tempo em tempo elas iam surgindo. Infinidades delas a ajudavam novamente demarcar seu território. Eram só mesmo pra reafirmar que sim, ela estava de volta!
Para lembrá-lo que sim, ela estava de volta!
05 julho 2007
E tudo tende ao tédio.
Quer coisa mais enjoada que esse tal de ócio?
Minutinho de silêncio aqui, outro ali...e assim vai, vai, vai, vaaaai o nada.
Nesta vida agitada e barulhenta, gostar de sossego é uma excentricidade, é bem verdade. Mas enjoei.
Muito sem graça essa coisa de perfeição.
Não que eu goste do incoerente, mas ah...!
Tudomuitocertinhoajeitadinhoencaixadinho não dá!
Não dá MESMO.
Bocejo.
Quer coisa mais enjoada que esse tal de ócio?
Minutinho de silêncio aqui, outro ali...e assim vai, vai, vai, vaaaai o nada.
Nesta vida agitada e barulhenta, gostar de sossego é uma excentricidade, é bem verdade. Mas enjoei.
Muito sem graça essa coisa de perfeição.
Não que eu goste do incoerente, mas ah...!
Tudomuitocertinhoajeitadinhoencaixadinho não dá!
Não dá MESMO.
Bocejo.
04 julho 2007
No dia seguinte
No dia seguinte ela chegaria mais bela. Deliciosamente mais bela.
Mas Bah! A palavra ar-re-ba-ta-do-ra combinaria com ela.
Faria ainda mais sentido.
Chegaria como quem não quer nada – e quer tudo.
Chegaria arrumada. Salto e vestido sempre a deixavam mais feminina.
No dia seguinte o perfume voltaria a ser uma das suas marcas, já que ultimamente ela não dava muita importância a nada - seu vidrinho cor-de-rosa continuava lá, guardadinho no armário, como ela agora estava: guardada, para um algo novo.
Mas no dia seguinte, ah! No dia seguinte revolucionaria.
Desta vez abusaria do tal vidrinho. Abusaria dela mesma.
No dia seguinte chegaria perfumadíssima. Uma nova fragrância, uma nova mulher.
Mas só no dia seguinte.
E os dias seguintes chegavam, passavam... e ela se deixava pra depois.
Um dia a mais, um a menos, que diferença faz?
Mas Bah! A palavra ar-re-ba-ta-do-ra combinaria com ela.
Faria ainda mais sentido.
Chegaria como quem não quer nada – e quer tudo.
Chegaria arrumada. Salto e vestido sempre a deixavam mais feminina.
No dia seguinte o perfume voltaria a ser uma das suas marcas, já que ultimamente ela não dava muita importância a nada - seu vidrinho cor-de-rosa continuava lá, guardadinho no armário, como ela agora estava: guardada, para um algo novo.
Mas no dia seguinte, ah! No dia seguinte revolucionaria.
Desta vez abusaria do tal vidrinho. Abusaria dela mesma.
No dia seguinte chegaria perfumadíssima. Uma nova fragrância, uma nova mulher.
Mas só no dia seguinte.
E os dias seguintes chegavam, passavam... e ela se deixava pra depois.
Um dia a mais, um a menos, que diferença faz?
03 julho 2007
Joana – já – era
Joana era linda.
Cabelos compridos, lisos e castanhos, sempre perfumados. Altura proporcional, peso ideal, a tal da fatal. Joana era linda. Por onde passava estonteava qualquer um, fazia doer o pescoço de muito homem e cotovelo de muita mulher. Mulheres, mulheres...
Olhos pequenos, mas sempre sorridentes. Olhos mentirosos que brilhavam uma vida inexistente - sorriso deveria ser privilégio único de quem realmente é feliz. Joana era linda. Lábios finos, sempre preenchidos por um vermelho intenso. Intensa. Joana era intensa. No vestir, no falar, no olhar...olhar sugestivo, sorriso insinuador. Saltos, saias, vestidos... Ah, Joana abusava. Abusava dela mesma. "A noite é uma criança". Joana seguia tudo tão a risca. "Enquanto não acho o certo, me divirto com os errados". Joana adorava os ditos populares.
Ah, Joana, pra quê tudo isso? Você é tão linda!
Joana era linda.
Joana era linda.
De olhos belos, corpo belo, passado belo.
Cabelos compridos, lisos e castanhos, sempre perfumados. Altura proporcional, peso ideal, a tal da fatal. Joana era linda. Por onde passava estonteava qualquer um, fazia doer o pescoço de muito homem e cotovelo de muita mulher. Mulheres, mulheres...
Olhos pequenos, mas sempre sorridentes. Olhos mentirosos que brilhavam uma vida inexistente - sorriso deveria ser privilégio único de quem realmente é feliz. Joana era linda. Lábios finos, sempre preenchidos por um vermelho intenso. Intensa. Joana era intensa. No vestir, no falar, no olhar...olhar sugestivo, sorriso insinuador. Saltos, saias, vestidos... Ah, Joana abusava. Abusava dela mesma. "A noite é uma criança". Joana seguia tudo tão a risca. "Enquanto não acho o certo, me divirto com os errados". Joana adorava os ditos populares.
Ah, Joana, pra quê tudo isso? Você é tão linda!
Joana era linda.
Joana era linda.
De olhos belos, corpo belo, passado belo.
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